quarta-feira, 17 de junho de 2015
Sobre férias, viajar sozinha e algo mais
domingo, 19 de abril de 2015
Sem regra em juiz
segunda-feira, 6 de abril de 2015
***
O problema de ter amizade no trabalho é que as pessoas costumam confundir as coisas e achar que sempre irei concordar com qualquer coisa que aconteça. Mas não é bem assim. Gosto de justiça, principalmente no ambiente de trabalho, se está errado, está errado independente de quem seja.
E se não concordo, vou dizer, se agiu errado vou corrigir. Simples assim. Espero ser tratada da mesma maneira, com imparcialidade, mas nem todos estão preparados ou amadurecidos para lidar com isso.
***
Tenho que parar de esperar pelos outros. Simples...por que ficar esperando por uma cia que só aparece quando lhe convém? Por que esperar por atenção quando não há mais nada pra fazer? Preciso, urgentemente, voltar a fazer minhas coisas sozinha, mas está cada vez mais difícil e ando preocupada com a minha pré disposição a me sentir desanimada pela falta de cia.
***
Outra coisa tem me preocupado muito, minha falta de memória. Preciso marcar uma consulta pra checar isso!!! Sempre tive o hábito de gravar tudo, datas, compromissos, horários e ultimamente acabo me esquecendo imediatamente após marcar algum evento.
Pior, as vezes anoto e fico na dúvida se era isso mesmo, perdi vários compromissos agendados por esquecimento. Ok, temos agenda no celular, agenda de papel, mil lugares para anotar, mas é difícil me habituar a fazer uma coisa que nunca precisei muito... preocupada demais!
E ainda tive que ouvir do ortopedista que tenho 29 com coluna de 92...quer dizer, talvez não seja só minhas costas que estejam velhinhas.
domingo, 15 de março de 2015
Domingo estranho
domingo, 8 de fevereiro de 2015
As vezes...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Vida $audável !!!
sábado, 3 de janeiro de 2015
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
domingo, 28 de dezembro de 2014
Conselhos para 2015
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
A vida é tão frágil
Um amigo da família que sofreu um AVC, logo ele uma pessoa tão regrada e que se cuidava tanto! Uma outra conhecida que faleceu há poucos dias devido a um câncer. E agora um amigo de trabalho que está internado num estado bem delicado. Só nesses momentos é que me pego pensando na fragilidade das nossas vidas. O quanto nada tem tanto valor quanto nossa saúde, e que de um momento para outro nada mais tem tanta importância, nem dinheiro, trabalho, diferenças, picuinhas...nada mais importa.
Me senti tão angustiada com todas essas notícias. Tenho orado desde então pela vida dele e peço a todos que conheço e sei que tem esse compromisso com o próximo, a fazer o mesmo pelos que precisam, independente de conhecerem ou não.
Hoje me pego pensando que dádiva a minha de poder passar a noite de Natal em casa, com minha família, tendo saúde e estando bem. Peço perdão a Deus pelas vezes que reclamei de "tédio" ou da chatice de ficar em casa...poderia ser bem pior.
E talvez pela primeira vez eu passei um Natal monótono e fiquei imensamente agradecida por isso.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Ideias Soltas
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Pessoas que deixamos para trás
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Meu novo ano
2014 já está chegando ao fim, meu ano novo já deu reset o que significa começar com novos planos, organizar a vida, focar nos objetivos e seguir em frente. Deixar tudo que pesa e machuca para trás, deixar toda sujeira e as merdas que nos fazem pra lá.
Esse foi um ano de tapas na cara. Nunca cheguei próximo ao fim de ano tão cansada mental e psicologicamente. Muita filhadaputagem no mundo, muita gente interesseira, excesso de pessoas vazias, gente transbordando narcisismo, um monte daqueles que só te procuram na necessidade e para chorar suas falsas dores, isso é tão cruel. E apesar de tudo isso eu ainda acredito e espero coisas boas das pessoas.
Começamos a ver tanta sacanagem no dia a dia que tudo vai perdendo a graça, pra mim anda tudo muito cinza. Talvez esteja deprimida ou só com pouca graça. Dos amigos que comecei o ano, eliminei um monte, dos conhecidos que me cercavam, não vejo a maioria. Dos que precisavam de ajuda, doei tudo mas hoje não tenho notícias. Dos confiáveis, só os gatos e cachorros!
Esse ano também tive algumas conquistas. A maior dela foi conseguir a habilitação para dirigir logo na primeira prova. Fiz todo processo em tempo recorde. E aprender a dirigir foi um grande passo, tendo em vista que sempre achei que seria impossível pra mim e que não seria capaz, mas eu sou e gostei muito da sensação de liberdade que estar na direção pode te dar.
Também comecei uma nova atividade que é a patinação. Estou gostando de verdade e de repente fazer o que se tem vontade e não o que parece aceitável se tornou um padrão pra mim.
Espero sinceramente que em 2015 eu me torne mais acreditada na vida e nas pessoas de maneira geral. Que me sinta menos solitária, mesmo em meio a multidão.
sábado, 18 de outubro de 2014
Uma estranha no ninho
Há algum tempo tenho me sentido uma estranha no ninho. Sempre que saio com amigos pareço não pertencer àquele grupo, os assuntos são bons mas não o suficiente para prender toda minha atenção. Sempre estou com boa parte dos meus pensamentos perdidos em outros lugares. Não sei se isso é notório, espero que não, detestaria parecer uma "aluada". E é tão sem querer. Quando percebo já não estou processando mais o que acontece.
Na maioria das vezes me sinto idiota ao contar qualquer banalidade do meu dia a dia, isso porque nada acontece e sempre que começo a falar me dou conta que só falo sobre o trabalho e futilidades e acho que todo mundo já está bem cansado disso, sendo assim prefiro ouvir.
E há algo que me faz calar ainda mais, é quando faço algo que acho realmente legal e recebo hostilidade de volta. Um exemplo foi quando decidi comprar um par de patins, era algo que amava na minha infância e adolescência e sempre quis voltar a andar. Agora que tive a oportunidade resolvi adquirir um par. Em conversa com alguns amigos e/ou colegas ouvi comentários como "pra que? Vai cair e se quebrar toda", "Tá maluca? Depois de velha (velha???) quer dar uma de adolescente?". São esses tipos de comentários que aborrecem. Eu sei que não devemos ligar para a opinião dos outros e não é uma questão de ligar mesmo, mas são perspectivas tão negativas que desanimam. E assim, mais uma vez me calo. Talvez meus projetos e sonhos sejam só meus mesmo.
Essa noite fui ao encontro e comemoração do aniversário de uma amiga que não encontrava há tempos e achei tudo tão esquisito, ela parecia não querer estar ali, a mesa toda não se relacionava eram grupos dentro de grupos apesar de todos se conhecerem, os assuntos não fluíam, cada um na sua bolha e me senti tão desanimada. Parecia que todos tinham saído de casa para nada.
Em meio a conversas sobre dirigir um amigo concluiu baixinho, e passou tão despercebido para todos, você realmente precisa passar logo, você é muito independente, faz tudo sozinha será uma grande evolução pra você. Fiquei pensativa por alguns instantes e me peguei respondendo em voz alta, eu tento não ser tão independente e sozinha, mas a vida não deixa.
Em meio a esse turbilhão de sentimentos me pego pensando que ando tão cansada mentalmente. Vejo tanta coisa errada, pessoas enganando e sendo enganadas, muito mais o segundo que o primeiro, tantas histórias que gostaria de não saber ou vivenciar, ao mesmo tempo aqui dentro anda tudo tão parado. Sempre me sinto incapaz de ... deixa pra lá.
Talvez eu esteja num mês difícil, muitas coisas acontecendo, talvez daqui algumas semanas eu nem me lembre mais que estive assim, mas por hora está sendo uma barra.