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domingo, 4 de julho de 2010

Tudo Acontece Numa Viagem de Ônibus IV (final)

No post anterior:

(...)O senhor poderia me ajudar a pegar um ônibus? É que perdi meu dinheiro e só tenho R$ 0,45 agora (mostrando as moedas para ele). (...)


(...)Quando enfim, o pesadelo parecia ter acabo, resolvi ligar para alguém! Liguei para Andressa contando o ocorrido, meio sem voz e com a cara inchada, tentei explicar o desastre da tarde! Isso já passava das 18h30. Foi então que ela me lembrou: Bruna, por que você não me ligou? Ou então ligasse para Fernanda que trabalha na FIOCRUZ (muito perto de onde eu estava).

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O tempo que levei para chegar ao prédio onde trabalhava foi o suficiente para me recuperar do susto, mas não para meu rosto voltar ao normal! Estava muito inchado, poxa, foram 120minutos de choro e desespero!

Subi correndo e muito aliviada por ter chegado ao meu "porto seguro". Ali eu tinha minhas coisas né? Juntei tudo! Arrumei a mesa e me preparei para ir embora! Fui caminhando pela Presidente Vargas meio aérea pensando no ocorrido e em como eu consegui esquecer completamente das minhas opções de "socorro".

O ponto do ônibus que costumava pegar era bem pertinho, na Uruguaiana, então logo cheguei e comecei a batalha para ir sentadinha no quentão! Não demorou muito e logo meu "mercedão" chegou. Apesar de estar bem cheio, ainda consegui um lugarzinho, lá pela frente e no corredor! Não era lá essas coisas, mas também não estava em condições de escolher nada! Sentei e...ops, dormi a viagem quase toda! Acordei vez ou outra e percebi que estava muito cheio, várias pessoas em pé e, ops, dormi de novo!

Quando acordei de verdade já estava quase chegando a Campo Grande. O ônibus estava quase que completamente vazio. Fiquei ali meio sonolenta tentando me situar, até que numa olhada rápida para o lado avistei uma carteira embaixo do banco na outra fileira!

Mudei de banco e peguei a carteira! Olhei em volta e as poucas pessoas que havia ali estavam sentadas do meio para trás do ônibus. Então, abri a carteira e fui direto na identidade conferir a foto. Vi que era de uma pessoa jovem. Olhei em volta novamente e não vi ninguém parecido! Guardei a carteira! É estranho achar algo que de repente pode ser valioso! Parece que foi roubado e não achado! A sensação é muito esquisita!

Mas, tudo bem. Já estavamos chegando ao terminal e me ocorreu de deixar a carteira com o despachante da linha. Desisti da ideia quando lembrei que o dono poderia nunca mais achar seus documentos. Mesmo assim, ao descer do ônibus, perguntei ao despachante o que eles faziam com as coisas encontradas nos carros, e ele informou que eram encaminhadas a garagem e que seria só ir lá buscar! Ok. Como eu acho aquele pessoal da rodoviária meio esquisito, resolvi levar a carteira comigo.

Quando cheguei em casa fui correndo dar uma conferida no "meu achado". Fiquei muito curiosa, principalmente por nunca ter encontrado nada na rua! Então pensei: só preciso achar um número de telefone para identificar o dono e devolver!

Na carteira havia alguns cartões , papéis, um pouco de dinheiro, os documentos, um crachá e só! Não encontrei nenhum telefone! Fiquei pensando como poderia ter tantos papéis e nenhum número! Nenhum cartão pessoal com telefone, nada! Então tive que fuçar mais a fundo! Comecei a ler todos os papeizinhos que encontrei! E pasmem, fui achar um telefone escrito a lápis num extrato de banco velho! Ah, e não tinha nome para identificar o telefone!

Como era o único número, resolvi ligar e avisar do ocorrido! Me atendeu uma moça e me informou que trabalhava com o dono da carteira, mas não tinha o telefone dele. Então deixei meu número e informei que estaria no Centro da Cidade na segunda-feira e que era para ele me ligar e pegar suas coisas.

E assim foi! Na segunda ele me ligou marcando um horário para passar lá no meu trabalho e buscar suas coisas. Acabei descobrindo que esta foi a terceira vez que perdia a carteira! E que ele desceu bem pouco tempo antes de eu achar a bendita!

Ele ficou bastante agradecido e ficou de voltar para me agradecer (uhum). E voltou. Alguns dias depois me levou uma lembrança que tenho até hoje. E ganhei um amigo que tenho até hoje também!

É engraçado que não sabemos onde vamos encontrar coisas e pessoas! É sempre da forma mais inusitada. Num mesmo dia que perdi meu dinheiro (que não era lá grandes coisas) e passei algumas horas de terror (para mim foi isso), eu encontrei algo que estava perdido! E ganhei um ótimo amigo (que já foi um pouquinho mais que isso).

Definitivamente não sabemos de nada nesse mundo!
Bruna Turques



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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Encontro Marcado - II

No post anterior:

Almoço no aeroporto e dali ela foi embora, de táxi! Sabe, disse ela, demoramos um tempão no almoço, acabei indo embora e não marcamos nada mais tarde porque eu moro longe e ele estava hospedado em Copacabana é perigoso né gente, além do mais, já tínhamos marcado para o dia seguinte.

Meu sininho estava tocando várias vezes. Ela é burra, ingênua os dois ou se faz?
Mesmo tendo sido só isso (eu acho pouco) ela voltou toda felizinha, passou o resto da tarde e a noite contando e recontando a mesma ladainha para as amigas!


No dia seguinte, tratou de levantar cedo, deu graças a Deus pelo dia lindo que estava fazendo, se arrumou rápido e partiu pra encontrar com Gerson. Ficou combinado, no dia anterior, que fariam pelo menos um passeio turístico. E lá foi ela, com a cara e a coragem. E haja coragem de enfrentar essa pequena distância entre ZO e ZS, mas foi. Segundo ela, queria aproveitar muito esse dia, pois seria o último dele aqui e ela nem sabia se seria convidada para conhecer Florianópolis, enfim, tinha que aproveitar.


E aproveitaram, fizeram vários passeios, caminharam na praia, passearam até cansar, até que ele falou que precisava fazer o check-out no hotel, tomar banho e se preparar logo, pois o retorno seria as 18h e ele não queria fazer tudo em cima da hora. Foi então que ele a convidou para ir com ele ao hotel. Ela muito inocente (com muitas juras enquanto contava o causo) aceitou o convite. Ficou babando no hotel, disse que era extremamente chique, pena que não disse o nome, pois eu iria tratar de colocar fotos aqui. O fato é, enquanto ela ia toda boba pagando de namoradinha, de mãos dadas passeando no hotel, ele tinha certeza de que acertou em cheio no convite!


Entram no quarto (que ela só fazia olhar para todos os lados) e ele deu uma ciscada nas coisas meio que arrumando e tal, até que…taran ele deixou tudo pra lá e resolveu que seria melhor fazer algo mais interessante né gente! Foi catando a Elisa já rumo a cama e ai, SÓ ENTÃO a ficha da bendita caiu! Mas aí querida ela mandou na lata: AE GERSON, NÃO VAI ACONTECER NADA NÃO. Mas por que Elisa? Estamos aqui, eu, você… Gerson, eu sou virgem (juro que nessa hora eu não ouvi, só matei a dúvida depois de um tempo quando ouvi o resto da história, mas tive que olhar pra cara dela, disfarçadamente é claro). Pena que vocês não podem ver como isso está escrito no meu caderno, está mais ou menos assim:


---->>>> ELA É VIRGEM. DEVE TER + DE 30 ANOS.NÃO, MAIS DE 35 COM CERTEZA…CARACA. O CARA DEVE TER FICADO CHOCADO E EU TO PASSANDO MAL DE TANTO RIR, POR DENTRO <<<-----

Rolou um choque e ele só disse: acho que encontrei uma agulha no palheiro. Sendo assim, vou tomar banho, você se incomoda de esperar? Ela disse que não e ficou lá esperando o bonito se arrumar, ainda ajudou a escolher a roupa (coisa tosca) e depois foram para o aeroporto almoçar (cara estranho só quer comer no aeroporto- eu pensando).

--------->>> QUE DROGA, TÁ UMA BARULHEIRA NESSE MC. É MÃE GRITANDO, CRIANÇA CHORANDO, GENTE FALANDO..GENTE CALA A BOCA, EU PRECISO OUVIR O RESTO DA HISTÓRIA <<<----------

Apesar do ruído, ela estava contando sobre o almoço e claro sobre a curiosidade dele sobre a escolha de castidade que ela fez. Bem, ela explicou que não foi escolha de castidade, mas que nunca teve uma namorado de verdade e que por isso não se sentia na obrigada de fazer nada! E que ela não queria nada casual, não queria arrependimento e bla, bla, bla. Ainda contou que nenhum dos dois ficaram constrangidos por conta disso. Então tá né. E que ele a chamou de inocente por ter ido até o quarto sem levar para este lado.

Almoçaram, deu a hora dele. Ele foi embora e ela ficou na pista, literalmente. Porque ter que voltar pra Campo Grande é dose! Sozinha então, aff. Algumas maluquices nem Freud explica. N

o final das contas, como já era de se esperar, ela ficou decepcionada por causa das intenções dele e até chorou (isso porque não aconteceu nada, vocês imaginem só em).

---------------->>>POR QUE ELA TEM QUE FALAR TÃO BAIXO AGORA? O PIOR DA HISTÓRIA JÁ PASSOU<<<-----------------------

Ela estava empolgada com a história e gostando dele (normal né? Um mês de papo no MSN é como 1 ano de convívio pessoalmente, absurdo isso) queria que tudo desse certo (basta saber o que era dar certo pra ela, certamente seria: mudar de Cidade, morar em Floripa com Gerson!), mas o fato do julgamento errado que ele fez dela a decepcionou. Para piorar tudo ela queria namorar, ele não! Só pra variar! Se bem que ela não disse se falou sobre isso com ele, também, primeiro encontro meio as escuras, seria papo brabeira…mas também ele já foi para o fight isso também é brabeira.

------------>>> SE ELA IMAGINA QUE ESTOU OUVINDO E ESCREVENDO TUDO…RAGA MEU CADERINHO…OPS, FECHANDO JÁ! <<<-----------------

Continua (…)

sábado, 19 de junho de 2010

TUDO ACONTECE NUMA VIAGEM DE ÔNIBUS II

Para ouvir enquanto lê – Acaso – Pedro Mariano

Naquele dia havia trabalhado muito! Estava realmente cansada. Cheguei a fila do meu querido ônibus, no Centro da Cidade, doida para entrar, sentar e dormir!

Fiquei completamente em off até a fila começar a andar, não sei ao certo quanto tempo perdi naquela fila! O meu estado de espírito naquela noite não me permitiu prestar atenção nisso! Pois bem! A bendita da fila andou e eu tomei meu rumo à carroça com ar condicionado! Aliás, nem era tão carroça assim, veio o carro mais caro, estilo ônibus de viagem.

Não sabia o que aquela viagem reservaria para mim! Sentei no meu lugar preferido no meio do carro e na janela! Coloquei o óculos escuro, apesar de não ter sol, vesti a blusinha de manga, reclinei o banco e me ajeitei como quem deita numa cama confortável e me preparei para dormir muito! Neste momento cai na besteira de olhar para a roleta e vi um “coisa” passando pela roleta! Sim, uma coisa, porque aquilo não tinha nome! Ele era tão lindo! Assim, tão a cara do sonho! Um sonho que tive há tempos atrás, qualquer dia desses eu conto! Era tão…sei lá o que mais que me perdi! Tratei de tirar o insulfilme dos olhos e prestar atenção! Olhando e pensando “senta aqui, senta aqui”! Acho que descobri como funciona a força do pensamento!

Ele veio bem gracioso caminhando, caminhando e ops, sentou na fileira ao lado! Droga! Pensei de imediato! Serei obrigada a olhar par ao lado! Ao mesmo tempo lembrei do sono que estava sentindo e da vontade absurda de dormir!

Ah fala sério! Não poderia deixar passar. Lembrei de ter sido zoada há pouco tempo com uma frase um tanto ridícula: “e aí está chutando bunda de gato para ser arranhada”? Já que ganhei esta fama, então agora eu iria deitar na cama mesmo! Só não tinha dado conta de que fiquei olhando fixamente para o “sonho” enquanto pensava nisso tudo! Foi quando dei uma piscadela e foquei na “face” dele! E ele estava encarando! Provavelmente me achou uma retardada! Virei rapidinho e tratei de colocar o insulfilme no lugar!

Aproveitei que a carroça se mexeu e parei para olhar a rua por longos 60 segundos! Mas a vontade de olhar novamente para ele me tomou! Então olhei de novo, e novamente ele estava olhando. Fiquei meio agoniada. Normalmente eu olho sozinha poxa! Estava quase pedindo para ele olhar em outra direção! O ônibus não encheu muito ou quase nada! Ninguém sentou ao meu lado! Muito menos ao lado do “sonho”. E os olhares estavam ficando muito frenéticos! Eu louca para rir, como sempre! É que nessas horas eu penso cada coisa engraçada.

Acho que enquanto uma pessoa romântica pensa em como tudo poderia acontecer como num filme eu penso em tudo que poderia acontecer de errado ou cômico! Como por exemplo: ele atender o telefone e eu perceber que ele é fanho! Ser fanho não é o fim do mundo, mas é o começo de uma crise horrorosa de riso! E nisso eu tenho vontade de cair no riso!

Mais uma vez eu fiquei perdida em meus pensamentos e olhando fixamente para o “sonho”. E quando me dei conta ele estava sorrindo, não sei se de mim ou para mim! Ou quem sabe estivesse com um fone bluetooth do lado direito, onde eu não conseguia ver, ou lembrou de uma piada, quem sabe eu era parecida com a tia bruxa dele! Ai droga, mais uma vez me perdi nos pensamentos e ele estava sorrindo novamente! Droga! Virei rapidinho para a janela! E claro fiz a tática do “paquerar pelo vidro” que já contei aqui. Mas não deu muito certo, estava muito escuro e o vidro era escuro!

Tudo isso somado começou a me dar uma vontade incontrolável de rir! Então, a fim de tentar parar com a macaquice, saquei o celular e mandei uma mensagem a uma amiga contando o causo, tão explicado quanto um SMS permite! Como essa tarefa foi realizada em poucos minutos, e eu não tinha parado de rir, comecei a mexer no celular para me distrair, tudo bem que a cada 30segundos eu olhava para o rostinho do “meu sonho” e ops, lá estava ele me olhando!

Voltei toda minha atenção (5% dela) para o celular novamente, até que acessei a função bluetooth! E aí acendeu um holofotes na minha cabeça! É claro, vou rastrear o cara pelo bluetooth, que óbvio! Como não pensei nisso antes?! Então comecei a buscar os sinais de bluetooth ao meu redor! E fiquei um tanto surpresa com os nomes que apareciam: manhoso, florzinha, joaosc, jrttp, pequen., mmre, pedrott, vicpf…

Assim ficou até fácil saber quem era o carinha né?! E analisando os nomes da lista comecei a entrar em outra crise de riso, já pensou ele é o “manhoso”? Socorro! Resolvi deixar o celular pra lá, só pegava para contar as novidades por SMS para minha amiga, ou seja, quase nada! Nessa hora sentou-se ao meu lado uma senhora muito da grande, ou melhor dizendo muito da gorda! Quase cobriu a minha visão geral do “sonho”. Respirei fundo, inclinei um pouquinho o corpo para frente a fim de ver melhor.

E passei toda a viagem assim, tive a impressão de que voamos por sobre os carros, pois não vi engarrafamento, acho até que não vi nada. E em uma dessas olhadas percebi que ele abriu um sorriso largo, não me fiz de rogada e retribui o sorriso! E nisso ele fez um gesto que não entendi direito, parecia o sinal de quem diz “depois”…só não entendi o que era ao certo, mas sorri. Logo nas primeiras paradas a bendita “magrela” ao meu lado desceu e ao mesmo tempo ele levantou, cheguei a resmungar por dentro o fato dele descer tão cedo! Mas, para minha surpresa, ele veio e sentou ao meu lado. Fiquei muito descontrolada! Não sabia o que fazer, comecei a respirar rápido e ele logo soltou um “oi” com o sorriso mais lindo que eu já vi! Não hesitei, sorri e o cumprimentei de volta! E ele logo emendou “o que está acontecendo?”. Respondi de pronto “me diz você”. Acho que estávamos flertando, disse ele sem a menor cerimônia! Fala sério, ninguém usa o termo flertar, pensei. Talvez. Na verdade fiquei impressionada com você. Sou tão bonito assim? Na verdade é, mas não foi por isso, e sim pelo sonho que tive outro dia e foi com você, mas nunca te vi! Uau, como assim? Foi um sonho qualquer, não lembro ao certo, menti para não entrar em detalhes e me enrolar toda. Aonde você mora, disse ele. Próximo as Sendas. Que consciência, eu também! Só falta você dizer que estudou no…ALICE DE SOUZA DUTRA, falamos ao mesmo tempo e caímos na gargalhada. Quantos anos? 24. 27. Solteira? Sim, por pura falta de opção! E você? Sim.

E assim o papo correu livre, leve e solto, totalmente despropositado até que chegou o meu ponto, que, infelizmente, era antes do dele! Bem, eu já vou descer! Que pena, sussurrou. É, realmente! Foi um prazer! Igualmente, salvou minha viagem, falei sem notar o quanto saiu “derretidinha” essa frase. Ele sorriu largo! Ah propósito, ele disse, meu nome é Vitor. Ah. E o meu é Bruna. Virei e me apressei, já que este tipo de ônibus não tem cigarra! Desci meio tonta, meio bêbada de alegria e quando o buzão arrancou me deu um estalo enorme: QUE MERDA EU NEM PEGUEI O TELEFONE DELE! Passei 30 minutos discursando sobre o que gosto de fazer, dia a dia e não peguei o telefone! Mas que droga!!! Ao mesmo tempo lembrei do “vicpf”. Mas é claro!!! Deve ser Victor e o sobre nome, ou as siglas da namorada que ele ocultou, ou nome da mãe…ou da ex…ai droga! Para com isso sua maluca! Falei alto! E segui para casa, feliz por ter matado minha curiosidade e aborrecida por ter sido incompetente na arte de fazer e manter contatos.

Depois disso, passei a chegar todos os dias no mesmo horário ao terminal e a baixar a lista de bluetooths disponíveis naquela área a fim de encontrar não sei quem. Até que a esperança se foi!

Por que nos conhecemos? Por que o acaso o quis? Foi porque através da distância, sem dúvida, como dois rios que correm a unir-se, nossas inclinações particulares nos impeliram um para o outro. Gustave Flaubert

Bruna Turques

Baseado no Poema Acaso da Priscilla Mansur

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Cotidiano Feliz!




Quando você pensa que já viu de tudo, descobre que está redondamente enganada!
Pessoal, eu não sei ao certo o que eu fiz para merecer isso, mas pegar o 3** todos os dias é de mais para a minha beleza (pausa).

Eu tenho fé, muita fé que um dia isso vai melhorar...assim que eu puder voltar de helicópteo para casa, ou mudar de bairro!!!! Eu não mereço isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Estas fotos refletem bem o que eu e a Iza passamos todos os dias! Corageeeemmm!!!!